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Qual é a minha tribo
Qual é a minha tribo?
Luiz Alberto Silveira

Cada dia todos os pensamentos elaborados, todas as palavras proferidas e atos objetivos serão incorporados à nossa herança evolutiva.
Todas as decisões que tomamos geram resultados ou caminhos que se incorporam à nossa existência. A cada pequeno e sutil momento na vida sempre será possível fazer opções capazes de corrigir e aperfeiçoar a caminhada na Terra. O conjunto do que fazemos a nós, aos outros, a alguma coisa ou causa forja futuros, pelo modo de como somos, como temos e como havemos. Existem pessoas que vivem arquitetando um mundo novo, evolutivo. Estão atentas aos acontecimentos, percebem o que ocorre na família e na sociedade. Buscam todos os tipos de riqueza e harmonia, vibram com a vida, têm sonhos, são sensatas, inteligentes, objetivas e participam de lutas, de ações e as criam, gerando felicidade e progresso ao seu redor . Não se abatem com as dificuldades e as usam como instrumentos de crescimento. São alegres, interativas, pró-ativas e positivas. Este é o grupo que forja o amanhã e alimenta sonhos continuados, trabalhando intensamente para alcançá-los.
No segundo grupo temos as pessoas que sabem o que está ocorrendo, estão atentas aos acontecimentos, porém são negativistas, lamurientas, não acalentam sonhos, esperam que façam tudo por elas (e se não o fazem consideram-se vítimas). São poliqueixosas, chatas, exigentes, “atrás ou em cima do muro” e nada fazem para superar desafios, valem-se do “ jeitinho de levar vantagens” e olham somente para o seu umbigo, muitas vezes fazendo de conta que trabalham pelos outros. Reclamam de tudo e de todos. Se lhes damos bom dia respondem: só se for para você, para mim está tudo errado. E há um terceiro grupo de pessoas que não sabem o que está acontecendo e são desatentas à vida que está passando. Vivem dias rotinizados e robotizados, voltado à luta pela sobrevivência, recebendo comandos e cumprindo tarefas sem almejar caminhos diferentes por inércia e desconhecimento. A que grupo pertence cada um de nós?
Estamos construindo o amanhã ou indo no embalo dos que assim o fazem, com críticas, sem nada fazer, buscando desqualificá-los, reclamando sempre da vida? Ou vivemos sem nada buscar saber (às vezes achando que sabemos tudo), dando a Deus a responsabilidade de resolver nossos problemas? De acordo com o enquadramento que fazemos de nós,
poderemos ter uma chance de entender nossas tristezas, vazios ou nossa alegria, entusiasmo  por viver: alegria por nos sentirmos vivos, sem nos
abatermos pelas incoerências dos que sabem e nada fazem, lutando contra os seus deboches e escárnios e fugindo em alta velocidade do não saber.
Pense: você é o seu maior patrimônio.
Invista nele para ser feliz e construir felicidades.
Luiz Alberto Silveira
Enviado por Luiz Alberto Silveira em 27/05/2021
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